Lembro-me claramente da vez em que visitei o cemitério dos soldados brasileiros na Itália. Estava um dia frio, e uma placa com nomes quase apagados me fez pensar na distância
Quinze anos. É esse o tempo que a gente passa na rua, de caneta na mão e olho vivo, buscando entender o que move o mundo. E uma coisa que

